As dúvidas que a Dra. Paula Brandão, cirurgiã vascular na Tijuca, mais escuta no consultório, respondidas de forma direta.
Falar no WhatsAppAqui estão as dúvidas que a Dra. Paula Brandão, cirurgiã vascular na Tijuca, no Rio de Janeiro, mais escuta no consultório: por que as varizes voltam, se é preciso operar, se a meia de compressão é para sempre, quantas sessões cada tratamento leva e quando a dor na perna é urgência. As respostas são gerais; o seu caso é avaliado na consulta.
Vasinhos são vasos muito finos, vermelhos ou arroxeados, logo abaixo da pele. Varizes são veias mais grossas, que fazem relevo. Os dois podem aparecer juntos e pedem tratamentos diferentes.
Na maior parte das vezes, não são uma emergência, mas a doença venosa é crônica e pode evoluir para inchaço, alterações de pele e feridas. Acompanhar as pernas evita surpresas.
A genética pesa bastante. Quem tem pais ou avós com varizes tem mais chance de desenvolvê-las, junto com hormônios, gestação e rotina.
Às vezes a veia de origem do refluxo não foi tratada; outras vezes, surgiram veias novas. O ecoDoppler ajuda a entender o que aconteceu.
As veias tratadas não voltam, mas a tendência a formar novas continua. Por isso o tratamento inclui acompanhamento, e não promessa de resultado definitivo.
Sim. São mais comuns nas mulheres, mas os homens também desenvolvem varizes e costumam procurar tratamento mais tarde.
Na maior parte dos casos, não. Escleroterapia com espuma, laser e endolaser resolvem boa parte das varizes. Veja quando a cirurgia de varizes ainda é indicada.
A sensação costuma ser de picada e leve ardor. As agulhas são finas e não há anestesia geral. Saiba mais sobre a escleroterapia com espuma.
Depende do calibre, da cor e da profundidade do vaso. O laser serve aos vasinhos finos; a escleroterapia, às veias um pouco maiores. Muitas vezes os dois são combinados.
Não há número fixo. Pode ser necessário tratar em etapas e esperar a resposta do corpo. A estimativa é feita depois da avaliação.
Depois da escleroterapia e do laser, em geral sim. Depois do endolaser ou da cirurgia, o afastamento depende do caso e é combinado antes.
Caminhar, usar a compressão orientada e evitar sol direto na região, calor excessivo e exercício intenso. As orientações exatas são dadas a cada paciente, de acordo com o tratamento feito.
Depende do caso. O tipo, a compressão e o tempo de uso são definidos na consulta, de acordo com a sua rotina.
Mostra qual veia tem refluxo, o calibre e o trajeto das veias, e procura coágulos. É a base para escolher o tratamento. Veja o ecoDoppler venoso.
É comum, mas quando se repete merece avaliação. Pode ser sinal de insuficiência venosa.
Os hormônios podem influenciar as veias e a coagulação. Conte na consulta quais hormônios você usa, para a avaliação considerar isso.
São comuns, pelo aumento do volume de sangue e pelas mudanças hormonais. O acompanhamento vascular orienta os cuidados nesse período.
Dor súbita em uma perna só, com inchaço, calor ou vermelhidão, pode ser trombose. Com falta de ar ou dor no peito, procure o pronto-socorro imediatamente. Veja a avaliação de trombose.
Sim, atende particular e por convênio. Confirme pelo WhatsApp se o seu plano é aceito.
Sim, para revisar exames, esclarecer laudos e ouvir uma segunda opinião. Veja a consulta online.
Na Rua Desembargador Izidro, 18, sala 908, Tijuca, Rio de Janeiro. Veja contato e agendamento.
Mande pelo WhatsApp ou leve para a consulta. Volte ao início.
Do ecoDoppler ao plano em etapas, com a técnica escolhida depois da avaliação.
ConhecerEspuma aplicada na veia no consultório, sem internação e sem anestesia geral.
ConhecerA veia doente é tratada por dentro, guiada por ultrassom, sem corte na virilha.
ConhecerConsultas no consultório da Tijuca, no Rio de Janeiro, e consulta online. Conte pelo WhatsApp o que você sente nas pernas ou qual tratamento quer conhecer, e o horário é combinado com você.
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